Iguatemi

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segunda-feira, 15 de julho de 2013

A Melhor Prece

Linda, esta prece do Irmão José!

Gravei-a como forma de popularizar a mensagem através das redes sociais.

A princípio relutei por não ter boa voz, mas, pensando bem, foi a voz que Deus me deu. E, com certeza, não me foi dada para silenciar.

Espero que gostem das mensagens, pois, esta dá início a série de muitas outras.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Desencarna o escritor e pesquisador espírta Hermínio Miranda

 Desencarnou na segunda- feira (8), às 16 horas, o escritor e pesquisador espírita Herminio Correa de Miranda. Um Espírito valoroso que deixa imensa contribução ao movimento espírita.

Conheci as obras de Hermínio Miranda no ano de 1993, quando assumi o grupo mediúnico do Centro Espírita chico Xavier. Até então, participava como estudante do grupo, mas, sempre atenta a doutrinação. Marto Viana era o coordenador e, como era funcionário da Embrapa, foi transferido de Parnaíba para Fortaleza. Surgiu, então, o impasse: quem iria assumir o grupo mediúnico? Marto não teve dúvidas em me indicar para substituí-lo e eu, que até então era simples espectadora, me vi com a responsabilidade de assumir a coordenação do grupo.

Não me senti preparada para assumir a tarefa, mas, não podia deixar o grupo em má situação, com risco de interrupção da tarefa. Dentre todos, era a única sem a mediunidade ostensiva. Foi então que busquei orientação junto ao mesmo, quanto ao tipo de leitura que iria me auxiliar na condução da nova tarefa, sendo-me indicado, de imediato, os livros - Diálogo com as Sombras e Diversidade dos Carismas - de autoria do autor Hermínio Miranda. Livros que indico a quem deseje conhecer um pouco mais da prática da mediunidade e do trabalho de desobsessão.


Logo me identifiquei com o autor, seguindo-se a leitura dos livros: A memória e o tempo, Cristianismo: a mensagem esquecida, Condomínio espiritual, Sobrevivência e comunicabilidade dos Espíritos, O que é o fenômeno mediúnico, livros que fazem parte do meu acervo de obras espíritas. Livros que registram a experiência do autor no labor espírita.

Deixa imensa lacuna na literatura espírita.

Saibamos dar valor a obra!

domingo, 7 de julho de 2013

Onde estiver o trabalhador, aí deve estar a benção do trabalho.

Já havia uma agenda, anteriormente acertada, de atividades de palestras em Teresina, quando a Manú precisou se internar novamente. O fato apenas antecipou minha ida à capital. Dessa forma, enquanto acompanhava minha neta e filha, estudava me preparando para as atividades com as quais me comprometera.

No sábado, atendendo ao convite da companheira Glaucia Werneck, do Centro Espírita Bezerra de Menezes, falamos sobre "A Felicidade do Tarefeiro Espírita" dando enfoque ao processo de maturidade espírita que, uma vez conquistado pelo trabalhador, nada mais o magoa, decepciona ou desanima, na certeza de que trabalha para si mesmo e para o Cristo.

No domingo pela manhã, participamos de um emocionante momento realizado pela AME, o Seminário "As alegrias da alma", com palestras sobre os temas "Transformação dos Sentimentos" (Bernardo Pinto), "A conquista da Virtude através da Reforma Intima" (Dora Rodrigues) e "Plenitude no Amor" (Kátia Marabuco).

A noite realizamos a palestra "Justiça Divina e Justiça Humana", na Federação Espírita Piauiense.

Como a nossa permanência se prolongou na capital, participamos de um momento com o grupo da AME, na terça-feira, onde refletimos com mensagens voltadas ao movimento espírita sobre "A Convivência na Casa Espírita".

Dessa forma, agradecemos a Deus e aos companheiros que propiciaram a oportunidade do trabalho, na certeza de que, se é nossa a obrigação do serviço, nada mais fizemos que o nosso dever.

Precisamos aprender a respeitar a dor do outro


Durante os dez dias em que fiquei com minha neta Manú em internação no Hospital São Marcos, acompanhei, a certa distância, o desenrolar dos fatos que culminaram com a morte de Silvana Fontenele, parnaibana, em tratamento naquele hospital.

Compartilhei com familiares sentimentos daquela hora extrema, em que unidos num só pensamento, vibravam pela libertação sem muito sofrimento daquela que fora esposa, mãe e amiga de quantos ali se encontravam.

Silvana partiu tranquila, consciente até bem próximo o momento de sua partida, sempre de pensamento voltado para os que aqui ficaram. Eu diria, que um espírito preparado.

Sua morte não causou surpresa, pois, em virtude do seu estado de saúde, já era algo esperado. A surpresa veio por conta da atitude de alguns parnaibanos que, irresponsavelmente, se anteciparam ao fato, divulgando a sua morte dias antes. Com que objetivo?

A morte, para muitas pessoas, ainda é objeto de sensacionalismo onde, pessoas inescrupulosas, sequer se dão ao trabalho de constatar o fato e já saem a divulga-lo no intuito de se anteciparem em primeira mão, sem levarem em conta, os transtornos que levam a familiares e amigos, antecipadamente.

A dor do outro precisa ser respeitada, tanto quanto a nossa. Todos, indistintamente, viveremos momentos de dores e sofrimentos, seja com os nossos familiares ou em nós mesmos.

Diante da morte, oremos pelos que fizeram sua viagem de retorno a casa do Pai e por seus familiares, para que possam encontrar o consolo de que necessitam. 

Essa deve ser a postura daquele que se diz cristão.