Iguatemi

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domingo, 31 de agosto de 2014

Mensagem de Madre Teresa de Calcutá



O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!


(Madre Tereza de Calcutá)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Morte: que hora mais imprópria para chegar!

Nada indicava 
"Nada indicava que algo de ruim pudesse acontecer", declarou Renata, esposa de Eduardo Campos, em conversa com amigos em sua residência. Eduardo Campos, estava entre os passageiros da aeronave que caiu no Guarujá.

A morte é tão sorrateira que, raramente, dá sinais de que se avizinha. Digo, raramente, porque alguns relatos comprovam que através de sonhos ou premonições, uma espécie de aviso chegou a determinadas pessoas e só foram considerados, após a concretização do fato.

Um fato bem conhecido e relatado na imprensa, foi o sonho do tecladista dos Mamonas Assassinos, Júlio Rasec, que sonhou com a queda do avião na noite anterior e que relatou ao seu cabeleireiro.



Mas, é de Jesus, o ensinamento de que ela chegará em nossas vidas sem que estejamos contando com sua visita. Vejamos em Lucas 12:16;21.

Propôs-lhes então uma parábola, dizendo: "O campo de um homem rico produzira com abundância; e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos.

Disse então: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens; e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te.

Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?

Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus".


Como, ainda, não somos ricos para com Deus, em virtude do nosso estágio evolutivo, a morte estará sempre a nos espreitar. Ela faz parte da Lei de Destruição, uma das leis mais atuantes no planeta Terra.

Dessa forma, embora tenhamos a certeza de que todos morreremos um dia, pensamos nossa vida em termos de eternidade. A prova disso é que não cogitamos da morte e quando ela chega devastadora, frustrando projetos e esperanças, retirando de cena um familiar ou amigo, ficamos chocados.

A morte nada mais é do que uma viagem de um lugar para outro lugar, pois, pertencemos a dois mundos: mundo visível, onde nos expressamos com o corpo físico e mundo invisível, onde nos expressamos através do corpo espiritual. O Espírito, criação de Deus, é eterno.
Através da reencarnação, realizamos o aprendizado necessário à evolução do Espírito e a morte é finalização do estágio na Terra. Quando formos ricos para Deus, ou seja, quando evoluirmos em saber e moralidade, vivenciando os ensinamentos deixados por Jesus em seu evangelho de amor, teremos vencido a morte.

“Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância”, disse Jesus.





segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Agradeço, Senhor!


video


Agradeço, Senhor

Quando me dizes não
As suplicas indébitas que faço
Através da oração.

Muitas daquelas dádivas que peço
Estima concessão, posse e prazer.
No meu caso talvez fossem espinhos
Na senda que me destes à percorrer.

De outras vezes, imploro-te favores,
Entre lamentação, choro, barulho
Mera algazarra, simples capricho
Que me escapam do orgulho.

Existem privilégios que desejo
Reclamando Teu sim
Que se me florescessem na existência
Seriam desvantagens contra mim.

Em muitas circunstâncias rogo afeto
Sem achar companhia em qualquer parte
Quando me dás a solidão por guia
Que me inspires a buscar-Te.

Ensina-me que estou no lugar certo
Que a ninguém me ligaste de improviso
E que desfruto agora o melhor tempo
De melhorar-me em tudo que preciso.

Não me escutes as exigências loucas
Faze-me perceber
Que alcançarei além do necessário
Se cumprir meu dever.

Agradeço, meu Deus
Quando me dizes não com o Teu amor.
E sempre que Te rogue o que não deva
Não me atenda, Senhor!

Música de Tarcísio José de Lima

sábado, 9 de agosto de 2014

Dia dos Pais reaviva lembranças


Não poderia deixar passar em branco essa data, sem registrar no meu blog algo sobre meu pai. A data é propícia, mas, como ele já não se encontra entre nós, não teria como homenageá-lo. Manoel Inácio da Silva, assim se chamava. 

Tenho a certeza de que onde se encontra, tem uma clareza maior dos problemas que vivenciamos e que tornou nossa  relação tão conturbada. Quando ele desencarnou estava distante da família e não tivemos como nos despedir.

Hoje entendo que os pais são seres com limitações e por isso falham e Deus, Pai de infinita bondade e misericórdia, conhecendo o grau de limitação de cada um, há de levar em conta o esforço empreendido.

Sei que um dia nos reencontraremos e, com a capacidade de entendimento mais aclarada, poderemos conversar sobre o que vivemos e quem sabe, traçar planos para uma convivência de maior entendimento.









segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Jane Eyre - Relembrando o passado

Percorridas as 779 páginas do livro Jane Eyre, que relembrou uma novela que acompanhei pelo rádio, por volta do ano de 1969. Na época, o rádio era o único instrumento de comunicação ao alcance e através dele, acompanhei capítulo a capitulo. Daí a vontade de relembrar a história numa obra tão bem escrita. 

O romance Jane Eyre, foi publicado no ano de 1847, por Charlotte Bontë, sob o pseudônimo masculino de Currer Bell. O nome verdadeiro da autora só foi revelado no ano de 1948 quando a escritora visitou seus editores. Após assumir a autoria, Charlotte recebeu severas críticas pelo fato de ser mulher e produzir uma obra extremamente revolucionária para os padrões da época. "A literatura não pode ser o objetivo de vida de uma mulher; não deve ser". Assim se pronunciou Robert Southey, escritor da época. 

O filme Jane Eyre foi lançado no Brasil, no ano 2000 mas, como sempre, o livro supera a super produção. Para quem não quer se aventurar à leitura de 779 páginas, fica a dica do filme.