Iguatemi

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sábado, 13 de setembro de 2014

A maior caridade que se pode fazer à Doutrina Espírita é a sua divulgação


Participei na manhã da última sexta-feira (12), de uma programação realizada no CEEP - Centro Estadual de Educação Profissional Ministro Petrônio Portela, visando o esclarecimento dos alunos sobre as diversas religiões. O projeto de autoria do prof. Júnior, foi elaborado em função da forte intolerância religiosa observada entre os alunos. 



A programação motivou os alunos que receberam representantes de diversas religiões e realizaram amostras sobre o tema. Como representante da Doutrina Espírita, fiz uma abordagem sobre - O que é o Espiritismo. 


Após a palestra, fui convidada a visitar as salas com as amostras preparadas pelos alunos. A minha surpresa foi, exatamente, naquela que retratava o Espiritismo. Sobre a mesa, foram colocadas velas em variadas cores, com nomes que se referiam a cada cor e figuras de vestimentas e aparatos utilizados em cerimônias. 



Imediatamente, contestei a apresentação, informando aos alunos que nada do que estava sendo apresentado, tinha qualquer relação com a doutrina espírita, conforme esclarecera em minha fala sobre a inexistência de vestimentas, símbolos e outros aparatos. Surpreso, um dos alunos me perguntou: E o que deveríamos ter colocado para nossa amostra sobre o Espiritismo? Ao que respondi: A codificação espírita e obras subsidiárias.


Percebi, naquele momento, a grande responsabilidade que detemos enquanto tarefeiros espíritas, na divulgação da doutrina espírita. Muitas pessoas rejeitam o Espiritismo, justamente, porque desconhecem o seu conteúdo. Uma vez que o tema é levado à discussão, surge então uma série de questionamentos e dúvidas que, no caso referido, tomaram mais tempo em perguntas do que o tempo da palestra.

Uma experiência gratificante!








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