Iguatemi

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Nossos sentimentos são parte importante de nossa vida.


Mais ensinamentos do espírito Hammed, no livro - Os Prazeres da Alma - psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto, agora sobre o respeito que devemos a nós mesmos.


Somente optando pelo auto-respeito é que conseguiremos o respeito alheio, encontraremos nos outros a mesma dignidade que damos a nós mesmos.

De que maneira as pessoas nos tratam? Sentimo-nos constantemente usados ou desrespeitados? Às vezes, permitimos que os outros nos tracem metas ou objetivos sem antes nos consultar? Sabemos distinguir quando estamos doando realmente ou quando estamos sendo explorados? Respeitamos nossos valores e direitos inatos? Costumamos representar papéis de vítimas ou de perfeitos?

A pior situação que podemos viver é passar toda uma existência sem nos dar o devido amor e respeito, fazendo coisas completamente diferentes do que sentimos. Nossos sentimentos são parte importante de nossa vida. Se permitirmos que eles fluam em nós, então saberemos o que fazer e como nos conduzir diante das mais variadas situações do cotidiano. Em virtude disso, não devemos nos esquecer de que, quando nos respeitamos plenamente, mostramos aos outros como eles devem nos tratar. Se nós não nos aceitarmos, quem nos aceitará? Se nós não nos amarmos, quem nos amará? Marcos relata em seu Evangelho a seguinte orientação: "Pois ao que tem será dado, e ao que não tem, mesmo o que tem lhe será tirado."

Realmente, "será dado" (respeito) ao que se respeita e não "ao que não tem ou pensa ter". Assim funciona tudo em nossa vida íntima - "temos o que damos". Devemos esperar dos outros a mesma dignidade que damos a nós mesmos. Examinemos nossos sentimentos e atitudes e nos perguntemos: Por que permito que me tratem com desconsideração? O que estimula os outros a se comportarem com desprezo em relação à minha pessoa? Se nós não nos auto-responsabilizamos pela forma como somos tratados, continuaremos impotentes para mudar o contexto penoso em que estamos vivendo.

É muito cômodo culpar os outros por qualquer desilusão ou sofrimento que estejamos passando. Não é fácil aceitar a responsabilidade pelas nossas próprias ilusões e desenganos. Quando renunciamos ao controle de nós mesmos, com toda a certeza outros indivíduos tomarão as rédeas de nossa vida. Somos iguais perante os olhos da Divindade. "(...) todos tendem ao mesmo fim e Deus fez suas leis para todos.

Dizeis freqüentemente: o sol brilha para todos. Com isso dizeis uma verdade maior e mais geral do que pensais." Realmente "o sol brilha para todos", pois "(...) Deus não deu, a nenhum homem, superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte (...)." Não somos nem melhores nem piores que ninguém. Ao recusarmos o respeito a nós mesmos, estamos abdicando do direito de exigi-lo. Sem senso de valor individual, nos sentiremos diminuídos diante do mundo e destituídos da habilidade de dar e de receber amor. O mais valioso tesouro que possuímos é a dignidade pessoal. Não é lícito sacrificá-la por nada ou por ninguém.

Quando autorizamos os outros a determinar o quanto valemos, uma sensação de vazio nos toma conta da alma. O autodesrespeito é um grande desserviço a nós mesmos. Quando ele se instala em nossa casa mental, passamos a não mais prestar atenção aos avisos e intuições que brotam espontaneamente do reino interior. As vozes de inspiração divina são sempre ideias claras, providas de síntese e simplicidade, que a Vida Providencial murmura no imo de nossa alma.

Quando nos respeitamos, somos livres para sentir, agir, ir, dizer, pensar e saber o que autodeterminamos, confiantes em que, se estivermos prontos, no tempo exato o Poder Superior do Universo nos dará todo o suprimento, todo o apoio e toda a orientação para cumprirmos o sublime plano que Ele nos reservou.

Somente optando pelo auto-respeito é que conseguiremos o respeito alheio. Encontraremos nos outros a mesma dignidade que damos a nós mesmos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Pré-ocupação

Extraordinário, os ensinamentos do espírito Hammed, no livro - Renovando Atitudes - psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto. Selecionei este texto sobre preocupação para nossa apreciação.

“... Observai os pássaros do céu: eles não semeiam nem colhem...” 


 “... Observai como crescem os lírios dos campos: eles não trabalham nem fiam...” 

 “... não estejais inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal.” (Capítulo 25, item 6.)

A estratégia da preocupação é nos manter distantes do momento presente, imobilizando as realizações do agora em função de coisas que poderão ou não acontecer. 

Desperdiçamos, por conseqüência, tempo e energias preciosas, obcecados com os eventos do porvir, sobre os quais não temos qualquer tipo de comando, pois olvidamos que tudo que podemos e devemos dirigir é somente nossas próprias vidas. 

São realmente diversas as preocupações sobre as quais não temos nenhum controle: a doença dos outros, a alegria dos filhos, o amor das pessoas, o julgamento alheio sobre nós, a morte de familiares e outras tantas. Podemos, porém, nos “pré-ocupar” o quanto quisermos com essas questões, que não traremos a saúde, a felicidade, o amor, a consideração ou mesmo o retorno à vida, porque todas elas são coisas que fogem às nossas possibilidades. 

Outra questão é quando passamos por enormes desequilíbrios causados pelo desgaste emocional de nos ocuparmos antes do tempo certo com coisas e pessoas, o que ocasiona insônias, decepções e angústias pelo temor antecipado do que poderá vir a acontecer no amanhã. 

Não confundamos “pré-ocupação” com “previdência”, porque se preparar ou ser precavido para realizar planos para dias vindouros é tino de bom senso e lógica; mas prudência não é preocupação, porque enquanto uma é sensata e moderada, a outra é irracional e tolhe o indivíduo, prejudicando-o nos seus projetos e empreendimentos do hoje. 

Nossa educação social estimula o vício do “pensamento preocupante”, principalmente no convívio familiar, onde teve início o fato de relacionarmos preocupação com “dar proteção”. 

Passamos a nos comportar afirmando: “Lógico que eu me preocupo com você, eu o amo”, “Você tem que se preocupar com seus pais”, “Quem tem filhos vive em constante preocupação”. 

Pensamos que estamos defendendo e auxiliando os entes queridos, quando na verdade estamos confinando-os e prejudicando-os por transmitir- lhes, às vezes, de modo imperceptível, medo, insegurança e pensamentos catastróficos. 

“Não estejais inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. 

A cada dia basta seu mal”. 

O Criador provê suas criaturas como necessário, porqüanto seria impossível a Natureza criar em nós uma necessidade sem nos dar meios para supri-la. “Vede os pássaros do céu, vede os lírios dos campos”.

Além do mais, pedia-nos que fizéssemos observações de como a vida se comporta e que deixássemos de nos “pré-ocupar”, convidando-nos a olhar para nossa criação divina que a todos acolhe. 

O Mestre queria dizer com essas afirmativas que tudo o que vemos tem ligação conosco e com todas as partes do Universo e que somos, em realidade, participantes de uma Natureza comum. As mesmas causas que cooperam para o benefício de uns cooperam da mesma forma para o de outros. Quando há confiança, existe fé; e é essa fé que abre o fluxo divino para a manutenção e prosperidade de nossa existência, dando-nos juntamente a proteção que buscamos em todos os níveis de nossa vida.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A Boa Nova por Humberto de Campos


Foto: Samuel Aguiar

Tive a honra de nesta terça-feira, representando a casa espírita da qual faço parte, o Centro Espírita Semente Cristã, realizar a palestra - A Boa Nova por Humberto de Campos - como parte da programação da XXV Semana Espírita Humberto de Campos.

O tema designado, despertou meu interesse além da narrativa do autor. Queria entender de que forma, teria Humberto de Campos, acessado esses "folclores do céu", conforme cita no texto inicial - Na Escola do Evangelho, do livro Boa Nova. E, foi no livro - Dramas da Obsessão, pelo espírito Bezerra de Menezes, psicografia de Yvonne A. Pereira, que encontrei os esclarecimentos necessários. Diz, Bezerra de Menezes:

"As poderosas sensibilidades etéricas, as ondas luminosas disseminadas pelo Universo, o fluido universal, enfim, sede da Criação, veículo da Vida, possui a grandiosa capacidade de fotografar e arquivar em suas indestrutíveis essências os acontecimentos desenrolados sob a luz do Sol, na Terra, ou pela vastidão do infinito. A História da Humanidade, portanto, estaria arquivada em imagens e sons pelo infinito a fora, e, como a da Humanidade, necessariamente a história de cada individualidade, particularmente. Rever, portanto, o que passou, rebuscando imagens e cenas fotográficas nas “ambiências etéricas”, não será, para um espírito trabalhador, tarefa muito rara...".

A partir dessa informação, passei a compreender melhor a narrativa de tantos fatos acontecidos na intimidade dos encontros entre Jesus e seus discípulos e da vivência de Maria de Nazaré, que não foram relatados pelos evangelistas.

Uma obra, sem dúvida nenhuma, imprescindível ao aprendiz do evangelho!


Registros da atividade realizada.








domingo, 19 de outubro de 2014

Parabéns à Escola Arco-Íris de Parnaíba


Marcando presença na entrega da Medalha do Mérito Legislativo à Escola Arco-Íris por seus relevantes serviços educacionais prestados nos últimos 25 anos à população parnaibana. 


Foto: Tacyane Machado

Vitória Isaura e Rose May à frente da instituição, merededoras de todas as homenagens.


A proposição foi da vereadora Fátima Carmino e a entrega da medalha foi realizada no auditório da escola, no sábado (18), às 19:30h.

Participaram da solenidade, o prefeito de Parnaíba, Florentino Neto, os vereadores, Fátima Carmino, Reinaldo Filho e Gustavo Lima; as secretárias, Valéria Araujo, de educação e Flaviana Veras de Assistência Social e Cidadania, além de membros da escola, como a diretora Vitória Isaura Santos e a coordenadora, Rose May Veras Pacheco.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Em busca da informação profissional


No período de 10 a 12 de outubro, participei na cidade de Sobral, Ceará, do Congresso Administrar 2014. O tema - Empreendedorismo e os nomes convidados para ministrar o congresso, motivaram a minha participação. 

A palestra de abertura, realizada pelo cientista e escritor, Augusto Cury, sobre o gerenciamento dos nossos pensamentos, sem dúvida nenhuma, foi a atração principal do congresso.  

Nestes dois vídeos, um pequeno registro de sua fala.



O Administrar 2014 reuniu 2500 pessoas, mas, pecou no conforto. Os congressistas passaram toda a programação de abano na mão, submetidos a um calor de quase 40 graus. Imagino o desconforto dos palestrantes que receberam até lenço da platéia pra enxugar o suor. Outra falha gritante, diz respeito ao audio das palestras. As caixas de som foram posicionadas apenas proximo ao palco e da metade do auditório pra trás não se ouvia nada. A platéia gritava a todo momento reclamando do som. Durante a palestra do Chiavenato a situação se agravou e a palestra chegou a ser interrompida pelos gritos da platéia, pois ninguém ouvia nada. Um dos organizadores disse que se o som fosse aumentado, daria distorção e foi vaiado pela platéia. Creio que o prejuízo não foi só para os congressistas, mas pros oradores também. Particularmente, deixei de assistir a palestra do Marinho no sabado pela manhã em virtude do calor. Escolhi um workshop por conta da sala ter ar condicionado e do meio pro fim da palestra, as pessoas estavam abandonando o salão tentando se refugiar no ar condicionado, sendo que a sala não comportou. O palestrante do workshop até usou a seguinte expressão: "a palestra daqui pode não ser melhor que a lá de fora, mas, aqui está mais frio".

Não sei, só sei que foi assim!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Sem dúvida nenhuma, essa vai ser a eleição das redes sociais.


Nestas eleições, cada brasileiro se tornou um analista político ou um economista e a arte do convencimento está em alta.

Milhares de postagens são descarregadas a cada minuto em nosso feed de notícias, com conteúdo de natureza política, alguns sérios, muitos de origem duvidosa, que visam convencer o eleitor indeciso ou mesmo fazê-lo mudar de opinião.

Muita calma, nessa hora! Não fiquemos na superfície da informação que pode nos confundir. Busquemos fontes seguras, pois as mesmas existem ao nosso dispor. Dessa forma, não estaremos submissos a interesses de quem quer que seja.

Lembrando aqui, o ditado de um anônimo: "O ignorante critica primeiro, pra depois conhecer. O sábio, conhece primeiro, pra depois criticar".

Sejamos sábios!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Um pouco de espiritualidade em meio ao momento político


Por vezes, acreditamos que toda melhoria nas condições de vida dos seres humanos, estejam submetidas a vontade de pessoas em funções de governantes. 

Meu intento não é polemizar e sim, chamar a atenção de que, enquanto povo de uma nação, influenciamos o progresso que aí está.

“Enganas-te. Observa bem o conjunto e verás que o homem se adianta, pois que melhor compreende o que é mal, e vai dia a dia reprimindo os abusos (...)”, diz o Livro dos Espíritos – Q. 784. 

Essa compreensão e, esse entendimento, é que faz com que os abusos sejam reprimidos, uma vez que estamos mais partícipes das questões que dizem respeito a todos nós. Fatos que não chegavam ao nosso conhecimento, estão pulverizados nas redes sociais com acesso livre a importantes informações, numa rapidez nunca antes vista. Podemos conter o mal no seu nascedouro, se estivermos atentos e quisermos.

Continuando com o Livro dos Espíritos – Q. 781a, “Sendo o progresso uma condição da natureza humana, não está no poder do homem opor-se-lhe. É uma força viva, cuja ação pode ser retardada, porém não anulada, por leis humanas más”, ou seja, qualquer que seja o indivíduo que esteja à frente dos interesses de uma nação, estará por um período provisório, não poderá eternizar-se, pois que, não é eterno. 

Além do que, estamos mais seletivos e exigentes. E mais conscientes de que, estão, apenas, nos representando. “Você não me representa”, essa é a nossa fala atual! No passado, não tão distante, não pensávamos, nem ousávamos falar assim.

“O homem não pode conservar-se indefinidamente na ignorância, porque tem de atingir a finalidade que a Providência lhe assinou. Ele se instrui pela força das coisas. As revoluções morais, como as revoluções sociais, se infiltram nas ideias pouco a pouco; germinam durante séculos; depois, irrompem subitamente e produzem o desmoronamento do carunchoso edifício do passado, que deixou de estar em harmonia com as necessidades novas e com as novas aspirações”. L.E – Q. 783.


O tempo da germinação está findando, o broto das ideias já irrompem e, tudo o que não estiver em harmonia com as necessidades novas, ficará para trás. 

“A Humanidade progride, por meio dos indivíduos que pouco a pouco se melhoram e instruem. Quando estes preponderam pelo número, tomam a dianteira e arrastam os outros”. L. E – Q.789

O Livro dos Espíritos - Lei do Progresso

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Cerimônia Ecumênica 25 Anos Escola Arco-Íris de Parnaíba


Participei na quarta-feira (1º) de mais uma celebração ecumênica em comemoração aos 25 anos da Escola Arco-Íris de Parnaíba, com a participação do Padre Vicente Gregório e Pastor John Derrick Barbosa Braúna.



O Amor em todas as cores, foi a temática sugerida pela escola e abordada com base na Carta aos Coríntios I, (Cap. 13, 1-8). 



Em momentos como esses, me sinto honrada e profundamente responsável, em levar a doutrina espírita aos espíritas e não espíritas, presentes à solenidade.


Sempre agradável, a experiência do convívio com representantes de outras denominações religiosas.